11/10/15

Coisas que marcam: o dia em que desmaiei na balada*

*não cheguei a desmaiar, mas vocês sabem que eu bem gosto de um drama. 

Ai gente, to aqui! Dei uma sumida porque mega de última hora tive que ir para São Paulo e não tive tempo de respirar. Fiquei sabendo de um compromisso em um dia e no outro já estava lá. Loucura-loucura-loucura, já diria Luciano Huck. Ainda bem que o Oda (sigam ele no snap, sério, é odamoura) é incrível e me abrigou em sua casa mesmo dizendo cinco horas antes que "migo, estou indo praí, graças a deus". E bem, ele está comigo nessa história.

Eu e Oda em momentos de intimidade
Quando cheguei na casa dele, meio que já começamos a programar o que faríamos. Estávamos em três, Oda, Fê (seu namorado maravilhoso) e euzinha. Cheguei de viagem e fomos almoçar umas 15hrs no Outback. Claro que morri de comer, mesmo apelando para um prato Kids (sei de minhas limitações, ok?) e claro que sai rolando. Como a gente almoçou bem tarde, não sentimos nada que pudesse parecer com fome durante um bom tempo. A gente acordou bem cedo (eu, na verdade, mal dormi da viagem e os dois acordaram 7h para me pegar na rodoviária), então, após uma pratada, chegamos, deitamos e dormimos, é claro.

A programação da noite já estava feita por eles, afinal, eu cheguei de supetão. "Amiga, vamos em uma balda trash que vai ter especial RBD, ok?". Eu adoro balada gay e balada trash, então prontamente disse:

- Vambora fazendo 




Antes fomos ao barzinho Tatu Bola com a Nath e a Jessica conversar um pouco sobre a vida, interiorrrrr e beber bons drinks. Só que, antes, já tínhamos bebido algumas boas Stellinhas na casa do Oda e, por conta da quantidade que comemos antes, não jantamos, então, a (maravilhosa) caipirinha de sakê com abacaxi, limão e gengibre deu uma turbinada que eu só fui perceber, é claro, mais tarde. Enfim. Batemos um papo gostoso, rimos bastante e o bar já estava dando uma esvaziada quando os meninos falaram para irmos, afinal, ainda teria un poco de tu amor para dançarmos a noite. E fomos.


Para chegar na balada, passamos na frente de outra e achamos ser lá.

"Aqui é a Ay, Caramba!?" (melhor nome)
"Não, é ali do lado. Vocês vão pra lá?"
"Sim."
"Ai, vocês não têm cara de Ay, Caramba!".
Sorrimos.

Mas só depois entenderíamos.

A Ay Caramba era minúscula e bem quente, mas estava tocando RBD. Estava cheia, mas ainda assim, quando entramos, foi algo meio assim:

Não tínhamos cara de Ay Caramba
O mais legal é que 1) tinha pessoas com as roupas do Rebelde; 2) tinha "cover" dublando; 3) todo mundo coreografava.

O problema é que, quando entrei e dancei um pouquinho, já senti minha pressão dar uma oscilada. Eu estava de salto, com uma calça que estava me embalando a vácuo (obrigada Deus pelos quilos alcançados, não estou reclamando, só contando, não me tire eles, pfvr) e tentando dançar. Claro que meia hora depois eu senti o pipoco. Avisei os meninos que iria sentar e já me descaracterizei: sentei na escada, tirei o salto e ali fiquei.


Mas aí passou. E fui dançar de novo. Porque gente, caso vocês nunca tenham ido a uma balada gay, por favor, façam esse favor a vocês mesmos. Essa foi, de fato, a primeira realmente gay que fui, mas sempre vou em baladas alternativas, então, sempre dancei muito e coreografei muito nesses rolês. É incrível. Mas aí a balada foi acabando, voltei a sentar e decidimos, por fim, ir embora. Porém, a fila para pagar a conta estava imensa. E eu fiquei assim:


E como se não bastasse, tinha os maravilhosos que furavam fila. E eu comecei a ficar ansiosa pra ir embora. Eu já falei aqui que tenho ansiedade, então, junte ela a um ambiente quente, pequeno e a sensação de que eu não sairia dali nunca.


E passei. Quando fui pagar a conta, já quase caí. Fiquei desesperada. Pensava "MEU DEUS EU VOU DESMAIAR AQUI NO MEIO" e gente, você sentir que vai desmaiar é muito desesperador porque você esta enxergando apenas um ponto, seu corpo inteiro está formigando e você não tem força para abrir os olhos. Mas sou forte e fui andando (aos trancos e barrancos, mas fui) e saímos da balada. O Fê foi buscar o carro e eu fiquei sentada na sarjeta (que glamour, senhor) rezando para não cair dura. E o Oda tenso, porque né.


Aí entrei no carro, chegamos, tomamos bons neosaldina para acordarmos incríveis e pronto. No dia seguinte morremos de comer no Zé do Hambúrguer e to aqui, vivona e contando (mais esse) caso da minha vida.

Leia também: Coisas que marcam: O dia em que levei um capotão

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Um comentário:

  1. Meu irmão nunca me levou em uma balada gay, Vou começar a cobrar essa experiencia dele, apesar de não ser fã de baladas me sinto na obrigação de viver essa experiencia. Me sempre me sinto sufocada quando alguém conta que estava em um lugar cheio, quente e pequeno. Fico imaginando no lugar da pessoa... que aflição! Senti falta nesse paragrafo alcoólico da palavra pão... Você comeu? kkkkkkkkkk comer é importante ♥

    Adoro os relatos das suas aventuras! Queira ter um amigo que nem Ode para me obrigar sempre que eu precisar, mesmo com apenas 5 horas de aviso prévio.

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