21/04/15

Se a minha vida fosse um seriado


Tem dias em que coisas absurdas acontecem com você, não é mesmo? Dias em que algumas situações poderiam facilmente te levar a crer que você estava vivendo na Matrix. Coisas tão absurdas que nem palavrões poderiam expressá-las de uma forma justa. Passado o nervoso (ou o ataque de riso), você para e pensa que essas situações dariam roteiros perfeitos para séries de TV, não é mesmo? Pois bem. Foi pensando nessas situações e no tema do mês passado sugerido pelo Rotaroots que eu fiz esse post. A proposta original seria uma sitcom, mas a minha provavelmente vai ter umas cargas dramáticas. Mas vamos ao que interessa, começando, é claro, pela abertura. 

*play*


Personagem principal
Eu poderia ser representada lindamente por dois grandes personagens das minhas duas séries favoritas da vida inteira:

1- Rachel Green - Friends
Chorona, mosca-morta, consumista, fofa e com sede de independência.


Adendo: alguns amigos me disseram que sou metade Rachel e metade Monica. A minha parte Monica é pouca, mas existe: sou extremamente competitiva em joguinhos (nunca me convidem para jogar War ou Imagem e Ação!), gosto de planejar as coisas e fico bem possessa se as coisas não saem conforme o combinado. No resto, sou Karen Green! 


Ted Mosby - How I Met Your Mother 
Otário que faz tudo pelos mores, romântico, acredita no melhor das pessoas.



E poderia ser representada fashionistamente pela...

Xanthippe Vorhees - Unbreakable Kimmy
Só no estilo - me visto totalmente igual ♥ (o que me preocupa um pouco, já que na série ela tem 15 anos rs). Ah! Estamos falando se minha vida hoje fosse uma série, porque se eu pudesse escolher, óbvio que seria Blair Waldorf né mores haha

Não achei nenhuma foto de look "inteiro", mas dá pra ter uma noção
Enredo principal
Seria muito How I Met Your Mother (acho que por isso amo tanto essa série maravilhosa). Começo de carreira, decepções profissionais, amorosas, the leaps, anos terríveis, anos maravilhosos, muita comédia, muita balada furada, muita balada maravilhosa, shows incríveis, ficar louca as vezes, boys lixos, boys incríveis, casamentos planejados depois de conhecer alguém há dois dias, panquecas, cervejas no bar e, claro, os melhores amigos do mundo.

A história giraria em torno da minha procura pela satisfação e sucesso na vida pessoal e profissional. (oh, que clichê!). Mas garanto: seriam altas aventuras com uma tchurminha do barulho.

Aquele momento em que você tá loucassa na balada e tá tentando seduzir um boy
Os migos
Eu tenho amigos maravilhoso, graças a Deus. Mas claro que tenho os que seriam meus fiéis escudeiros e companheiros de aventuras hahaha. Por isso, não vou nomear (vai que alguém fica chateado), mas os gifs abaixo vão servir para identificar os parças e as situações vividas.


Em "Aquele das balada tudo", os migos que viram shots de tequila comigo (mesmo eu sendo arregona e tomando uma única dose duas vezes porque não aguento virar tudo hahahaha) e depois saímos dançando I Love It enlouquecidos na pista.


"Aquele da compra das calcinhas no shopping", é o episódio em que a personagem principal  (aka euzinha) precisa ir ao shopping comprar calcinhas, mas o migo gay não quer ir acompanhá-la porque ele tem alguma-coisa-que-não-lembra-o-que-é para fazer.


E no episódio "Aquele em que eu consegui o job dos sonhos" e ligo contando feliz da pra bff que comemora comigo, sem olho gordo e só amor pela felicidade da migue.


Em "Aquele da mão na minha cara", que é quando eu quero insistir num boy lixo (ou em um boy zoado da balada) e a miga quer me deixar sã e evitar que eu faça uma besteira.


Parças, os migos comemoram quando a noite rende em "Aquele em que a noite rendeu" de uma forma muito adulta.


Aquele em que uma colega (que não é miiiiga, mas tá lá pagando de bff) quer pegar seu ex em "Aquele em que a safada tá te tirando".


E por falar na fofa que queria fazer a fura-olho, também é bom citar o episódio em que a personagem principal estava flertando na balada e a miga entrou na frente em "Aquele em que eu não aguentei e joguei minha vodca na cara dela".


E também aquele migo que só vai fazer rolê se tiver comida. Presente nos episódios "Aquele em que só tinha miojo", "Aquele da pizza de lombo da Bambinella" e também o "Aquele do temaki hot maravilhoso".

Par romântico
Assim como Ted Mosby, vou ter alguns boys que vou jurar que seriam os the ones. Mas é claro, tudo furada. Tipo o...


...pseudo-No Pain No Gain, em "Aquele do bife batido no liquidificador". O episódio seria a história do date que era fissurado em academia, mas continuava magro. Cumpria dietas, tomava suplemento, mas ninguém via resultado. Seu assunto era, basicamente, o mesmo.


O que achava que tinha que Mosbyar para poder ficar com você, em "Aquele do I think I'm in love with you no segundo encontro". Mas era pura mentira, é claro. Ele dizia para todas que estava "se apaixonando" e achava que a personagem principal tinha 15 anos e acreditava nisso. 


E também o boy que preferia jogar RPG de mesa a sair na sexta-feira a noite em "Aquele em que ele preferiu brincar de troll".


Mas como a vida tem bons momentos, a personagem principal encontrava um boy tão lindo que já planejava casamentos, luas de mel e tudo de mais longo e duradouro só porque ele era maravilhoso, em "Aquele do boy realmente magia".


E no final, o boy da vida dela, como ela sempre soube, era o Ryan Gosling, como vocês podem assistir em "Aquele em que todo mundo já sabia".

Season finale
Depois de muitas aventuras, muitos romances, muitas baladas, muitas séries assistidas na Netflix, muitas cagadas no cabelo (porque sou dessas), engordar e emagrecer, colocar vírus no computador e desenhar nos livros interativos, a season finale - como 90% das seasons finales, menos em Gossip Girl né -, vai ser tudo lindo e maravilhoso. Por exemplo...


Depois de muitas idas e vindas, caso com o boy (no caso, Ryan Gosling, mas Chuck também é firmeza) em "Aquele do finalmente hein fofa".


Viro chefona fodona do mundo das muódas (ou de outra editoria que eu goste) depois de comprar muito café pra uma chefe carrasca, chorar no banheiro e implorar por convites das fashion weeks em "Aquele em parece que o jogou virou, não é mesmo?".


E finalizo a série entrando em meu apartamento novo, lindo, maravilhoso, não tão grande, mas nem tão minúsculo e com muitos pôsteres dos Vingadores e frases otimistas em "Aquele em eu cresci e agora sou mulher".

E nos pós-créditos (porque a vida é, um pouco, um filme da Marvel com cenas pós-créditos) são exibidos flashbacks com o que eu sempre dizia após viver cada situação:


*alguns fatos foram totalmente inventados, outros totalmente verídicos. A graça está nisso: em brincar mesmo hahaha. E não, minha vida não seria nem de perto a primeira geração (maravilhosa) de Skins. Só se eu fosse o Sid. Btw, aproveito o espaço para chorar pelo Chris, uma das coisas que nunca superarei na vida. Bjo Chris!

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6 comentários:

  1. Olha, eu seria viciada na sua série! hahaha

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    1. HAHAHAAH não garanto emoções, mas garanto risos! hahahaha

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  2. Tô é morta HAHAHAHAHA adorei o post!!! Já quero ver essa série, tem como? Alô hollywood? Alô netflix? 😂😂

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    1. Miga, já vou mandar esse post para os produtores da Netflix e anexar meu currículo, vai que, né? #oportunidades UAHEUIAIHEAHAHEUIAEHIH

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  3. Você conhece, pelo menos, 5 das pessoas citadas nesse post. E você está nele, S. HAHAHAHA

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