13/03/13

Eu li: Anna e o Beijo Francês

Foto: Lucas Toguia 

Já tinha um tempinho que eu achei Anna e o Beijo Francês nos blogs da vida. Olhei para a capa e torci o nariz. "Deve ser mais um romancezinho sem sal nem açúcar". Aí minha irmã ganhou o livro e eu, para não ficar sem ler nada, pedi emprestado. Ouvi tantos elogios que resolvi tentar. E que bom que eu tentei! O livro é uma gracinha, te prende do começo ao fim e quando você termina, fica com depressão pós-livro! 

A história é sobre Anna, uma americana filha de um escritor famoso nos Estados Unidos que decide colocá-la em um colégio interno americano na França. Segundo o pai dela, a educação na França seria melhor. A mãe, que não vive mais com o pai, simplesmente concorda. A contra-gosto, ela aceitou e se deparou em um país diferente com pessoas que ela nunca viu na vida. Meredith, sua vizinha de apartamento, rapidamente vai fazer um contato com a novata para fazer a garota ficar mais tranquila em relação a sua mudança. "Eu já passei por isso e chorei bem mais", brinca. Anna fica feliz por já ter feito contato com alguém e, quando está voltando para o seu quarto, conhece Étienne St. Clair, o inglês/francês/americano mais lindo do mundo que a deixa suspirando. E nós também. 

A história se desenrola na rotina da nossa protagonista, nos seus sentimentos pelos novos amigos, pelos deixados em Atlanta e por St. Clair. Se você pensa que a história não tem nada demais, é aí que você se engana: ela te prende pela simplicidade. Te prende por ser coisas possíveis. Anna não se apaixona por um vampiro, se apaixona por um menino baixinho de dentinhos tortos que é igualmente (ou até mais!) apaixonante. Ela não é a mais linda das meninas, ela tem os dentes separados e o cabelo meio James Bourne style (preto com uma mecha loira, meio gambá). Te prende porque você lê algumas coisas e diz "uau, já aconteceu algo do tipo comigo". Além disso, o elenco é incrível: a jogadora de futebol que é super vaidosa (Mer), uma indiana de temperamento difícil (Rashmi), um artista genial, mas que não consegue se adequar as aulas (Josh), uma fashionista linda, maravilhosa, que quase não aparece, mas você já sabe que é linda (Elle), uma amiga engraçada e que faz coleções engraçadas com a bff (Bridge) e o carinha da banda e quase-primeiro-quase-amor (Toph). Isso sem citar St. Clair.

Uma coisa que gostei também em Anna é a narração em primeira pessoa. Eu sempre tenho um pé atrás quando o livro é narrado pela protagonista porque fico tentada a não gostar dela (tipo a Bella de Crepúsculo. Li o primeiro livro e que menina chaaaaaata), mas com Anna foi diferente. Era tão leve e tão "normal" que me lembrava muito uma fanfic. Se você pegou a época das fanfics, sabe do que estou falando. Eu sinceramente me apaixonei pelo livro e se me perguntarem, vou indicar sempre. Apenas um aviso: cuidado! Você pode se apaixonar por St. Clair e ficar enlouquecida por Paris. 

"Eu não poderei nunca dizer a ele, mas é verdade.
Isto é estar em casa. Nós dois"

5 comentários:

  1. Oh! A Bella não é chata não (só um pouquinho as vezes) e eu gosto quando o livro é narrado pelo personagem bom mas me deixou com vontade de ler o livro (tomara que eu ache pela internet) thau

    ResponderExcluir
  2. Muito melhor que Lola e o Garoto da Casa ao Lado. Desde a história, o jeito da personagem, os personagens secundários. Tudo é apaixonante e uma delicinha de ler. (Também acho a Bella chaaata.)

    ResponderExcluir
  3. Já comprei o meu, estou esperando chegar :). Adoro uma história fofa.

    ResponderExcluir
  4. Já comprei o meu, estou esperando chegar :). Adoro uma história fofa.

    ResponderExcluir
  5. Você vai amar, Manu! Depois me conta! ♥

    ResponderExcluir

MY OTHER BAG IS CHANEL © , All Rights Reserved. BLOG DESIGN BY Sadaf F K.