28/03/13

Amoremil ciumentos

O ciúme pode estragar qualquer boa convivência entre duas pessoas. Hoje, a missão do Amoremil é mostrar que manter o controle nem sempre é fácil, mas pode fazer co... “– Hey, espera aí, quem é esse cara que adicionou o seu perfil? ¬¬”


Brincadeiras a parte, presenciamos cenas de ciúme todos os dias, com vários casais diferentes, conhecidos ou não. Sem contar as vezes em que nós somos os protagonistas. Mas o que é o ciúme? E por que o sentimos?

Não há como negar que o ciúme está diretamente ligado ao sentimento de posse. No dicionário, ciúme é o “Receio ou despeito de certos afetos alheios não serem exclusivamente para nós.” Ou seja, é medo de não ser único, de disputar atenção, de perder quem se ama. Mas, infelizmente, não existem coisas materiais ou pessoas que não nos possam ser arrancadas a força ou o contrário dela. Então, é como se nada fosse absolutamente nosso. Não podemos nos sentir donos absolutos de quem têm pernas e vontade própria.

Eu não prego o desapego, muito menos a possessividade. Desapego demais gera pessoas insensíveis. Possessividade demais gera pessoas obcecadas e insuportáveis. O certo seria se conseguíssemos manter um equilíbrio entre os dois, mas nem todo mundo tem autocontrole suficiente.

Prova disso foi uma pesquisa rápida que fiz sobre o que as pessoas realmente sentem quando estão com ciúme e as respostas foram parecidas, apesar de citarem sempre mais de uma sensação. Um amigo disse que, quando nota algo diferente entre aquela menina que ele gosta e outro cara, sente vontade de sair de perto porque “Parece que ela prefere ele a mim, então me sinto mal, não quero ver pra não ‘sofrer’.” Outra disse a mesma coisa, mas que prefere espiar de longe pra ver se acontece algo: “Sou meio masoquista, sabe.” Também tem aqueles que “partem pra cima mesmo, rodam a baiana, não deixam barato.” Das três reações, a única que não me gerou nenhuma situação caótica foi quando resolvi sair de perto. Mas fugir do problema nem sempre traz bons resultados: Vai que você perde o amor da sua vida, assim, sem lutar.



É tanta coisa pra se pensar, que acaba nem existindo uma regra básica de como agir nessas ocasiões, a não ser com sensatez pra não se prejudicar no futuro.

Você que é fraco, forte, sensível, insensível, seguro ou não de si pode falar o que for, argumentar o que for. Só não me fale que nunca, nenhuma vez na vida, se mordeu de ciúme por alguém. Agora, segure firme e guarde suas mordidas pra quando o carinho solicitá-las. Assim elas são bem mais gostosas.

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